Vamos falar do A de André... então, esse aqui é o A de André, que ele aprendeu a fazer bem pequenininho, com um ano e pouco riscava a parede, fazia um A, depois maior... grande já, quase adulto, viajou, encontrou um A e trouxe, de lembrança que foi a primeira letra que ele aprendeu, a primeira letra do nome dele e eu guardei com todo carinho, que é meu filho querido, meu primogênito. Ele diz assim: "Mãe, olha que eu trouxe, o A de André!"

E eu guardo, sempre vou guardar o A de André.

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Colectivo Infinitos Monos 2015 by Javier Cruz