MORRO DO CHAPéU

do 04 à 13 de Abril 2015

Espaço Cultural Cel. Francisco Dias Coelho - Sociedade Filarmônica Minerva





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A EXPOSIÇÃO

A solução estética da exposição cria um ambiente íntimo dentro do espaço expositivo que remete à memória como algo que se desvanece e às vezes foge de nós, dando ênfase no relato reconstruído por quem lembra, através de um ato voluntário de achar conexões.

Para esse fim criamos um espaço com quatro elementos fundamentais, sem hierarquia entre eles: objetos, histórias dos objetos, mapping e trilha sonora. Cada elemento é exibido sem uma conexão explícita, temos: os objetos numerados, colocados em mesas cobertas com tecidos pretos; as histórias penduradas em suportes circulares lumínicos, espacialmente distantes dos objetos, mas que são relacionados com eles pelo número; o mapping (programação em Processing) que projeta sobre telas circulares; trechos de vídeos dos depoimentos, do percurso na procura dos objetos e frases escolhidas das histórias; e a trilha sonora que combina sons captados no Morro do Chapéu, da natureza e da cidade, com trechos selecionados dos depoimentos dos participantes, utilizando duas saídas (em duas caixas de som diferentes) pra criação do efeito espacial.

O que se pretende com essa separação dos elementos é que seja o visitante quem construa o relato da sua visita, dependendo de que estímulo chama a sua atenção, sendo possível percorrer a exposição várias vezes encontrando conexões novas em cada visita.

Além disso, optou-se que espaço expositivo tivesse pouca luminosidade, ele está iluminado apenas pelos suportes lumínicos com as histórias e o mapping. Porém, cada visitante recebe na entrada uma lanterna, o que é uma forma de estimular um olhar consciente dentro da exposição, cada visitante pode escolher seu foco, fomentando um olhar detalhado dos objetos.

OBJETOS E SUAS HISTÓRIAS

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